Oops! It appears that you have disabled your Javascript. In order for you to see this page as it is meant to appear, we ask that you please re-enable your Javascript!

AMOR É PRINCÍPIOS QUE MOVE A HUMANIDADE, SOBERBA CAMINHA AO CONTRARIO DO SITADO .

Afeto pode ser expressado de diversas formas e consiste em um exercício diário de empatia e autoconhecimento.

Textos  Contagiantes

SIGNIFICADO SOBERBA

Soberba é uma manifestação de orgulho, de pretensão, de superioridade sobre as outras pessoas. É a arrogância, a altivez, a autoconfiança exagerada.

Soberba é um substantivo feminino, do latim supervia, que significa elevação, presunção, orgulho.

Por mais que a gente queira criar algo novo, nunca visto antes por ninguém, há clichês que são inevitáveis. Este é um deles. Sem amor, não existe humanidade. Se você é como o narrador desta Vida Plena, e busca no jornal assuntos mais “cerebrais” e “informativos”, com afirmações mais diretas e menos emotivas, encare este texto como uma observação social. Se não é, já sente no dia a dia: o amor é o princípio que sustenta a vida ao manter as relações entre as pessoas.

Para constatar isso, olhe ao redor se estiver perto das pessoas com quem convive ou pense no que gosta de fazer, trabalho ou hobby, e em tudo que dá sentido à continuidade de existir. O afeto que envolve cada dia é o que motiva a seguir em frente, superar os conflitos e frear os impulsos mais agressivos. Por essa onipresença e por essa capacidade de se manifestar de diversas formas, o amor é um tema que não se esgota e, mais que um sentimento, deve ser visto como um exercício constante, multilateral e coletivo.

Do ponto de vista filosófico, o amor costuma ser classificado em três variações definidas na Grécia Antiga séculos antes de Cristo: eros, philia e ágape. “Eros é o amor sensual entre duas pessoas. Philia é o amor dos amigos. E ágape é mais gratuito, um amor materno ou paterno, divino, numa dimensão transcendental. Colocando essas três dimensões do amor na nossa realidade, percebemos essas manifestações porque nos completam, edificam e impulsionam. O ágape não é personalizado, é horizontal, para toda a humanidade”,  Nós precisamos do amor porque a realidade humana é, muitas vezes, marcada pela maldade, mas se edifica com a solidariedade e com o bem”.

Para exercitar esse potencial afetivo, o autoconhecimento é fundamental, visto que ajuda a repensar as próprias emoções e tomar consciência da conduta e das necessidades do outro. Um processo que, de acordo com a psicóloga Alda Roberta Campos não se conclui da noite para o dia. “À medida que você está consigo mesmo, consegue estar bem com as outras pessoas. Quando você está em dificuldade de aceitação e equilíbrio interno, isso dificulta a empatia e a solidariedade. Uma coisa importante é que isso é apreendido, tem a ver com educação, às vezes um esforço mesmo de se deslocar do desejo primitivo do que você quer para aceitar outra pessoa” a

Conteúdo/ Aponho Sustentação RádioTvMixEventos /  José Marcos Luna professor de filosofia e teologia.
Compartilhe: