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QUE SÃO BRÁS ANIVERSARIANTE DO DIA, O SANTO DA GARGANTA SEMPRE MANTENHA A MIM, A VOZ DIFERENCIADA, A VOZ OUVIDA, A VOZ DA SOLUÇÃO.

RÁDIO WEB MIX100 GUAPORÉ RS
Que o Santo da Garganta, São Brás proteja e sempre mantenha minha voz como uma voz escolhida urgida, e diferenciada para que eu sempre tenha a mesma resistência, na mesma. que a mesma continue sendo em pactuada, Aplaudida e que sempre seja ouvida com diferencial,por bons ouvidos colocando em minhas cordas vocais, apenas soluções nos casos citados, que continue sendo ouvida como um veludo em ouvidos do bem, que seja escolhida para distribuir as boas vindas ao senhor, que eu continue sendo o porta voz dos menos favorecidos ,que São Brás continue dando o melhor a mim como sempre me deu, em meus anos vividos me sustentando a mim, e a meus familiares.
QUEM FOI SÃO BRÁS:
São Brás foi um mártir, bispo e santo católico que viveu entre o séculos III e IV na Armênia.[1]

Ficou conhecido porque retirou, após uma breve oração, um espinho da garganta duma criança. Por esse motivo, é padroeiro das doenças da garganta e, no dia de sua celebração a 3 de fevereiro, nas cidades da Espanha, Campanário (Ribeira Brava), Arco da Calheta [Calheta, Ilha da Madeira] e algumas da América Latina, as mães levam os filhos para benzerem a garganta.[1]

Foi capturado pelos romanos e decapitado no ano 316, sendo enterrado na cidade de Sebaste.[1]

De acordo com entrada no Dicionário dos Santos, de Donald Attwater (Dicionário dos Santos, Donald Attwater. Círculo do Livro, São Paulo, 1983), “em Sebaste, na Armênia, parece ter existido um bispo chamado Brás que foi martirizado, provavelmente no tempo de Licínio. O relato tradicional de sua vida, no entanto, é muito posterior e dá ênfase excessiva a acontecimentos maravilhosos e a torturas, sem se referir a fatos históricos.”[1]

Seu culto se expandiu, tanto no Oriente quanto no Ocidente, a partir do século VIII, invocando-se suas bênçãos para doentes e animais por associação aos milagres que lhe foram atribuídos. Seus emblemas são um rastelo (ancinho) ou duas velas cruzadas.[1]

É o santo patrono dos trabalhadores da lã. Na igreja latina, sua festa ocorre em 3 de fevereiro, nas igrejas orientais, seu dia é comemorado em 11 de fevereiro.[2]

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